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Moradores recebem orientações após enchentes em Juína

Publicada em 07/01/20 às 11:49h - 14 visualizações

por Cleber Batista JNMT


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 (Foto: TV Nazaré de Juína)

Servidores da Vigilância em Saúde e de endemias se uniram para levar alguma assistência para moradores no bairro São José Operário que foi o mais atingido pelas águas de um córrego que transbordou por causa das chuvas no início do ano.

Laércio de Faria, coordenador de endemias no município ressaltou as dificuldades que os profissionais têm observado e o apoio que os órgãos estão oferecendo aos atingidos.

“As águas estão contaminadas com bactérias, com urina de rato e outros animais que podem estar trazendo contaminação para as pessoas então recomendamos e passamos aos moradores como eles devem fazer a higienização dos talheres, pratos e os pertences de casa que provavelmente entraram em contato com essa água; estamos orientando os moradores que usem água sanitária ou o hipoclorito que estamos doando também, esse hipoclorito assim que os moradores usaram e acabar eles pode procurar a unidade de saúde mais próximo e também a farmácia básica de saúde para pegar mais produtos”, orientou.

Maria José dos Santos Cazuza mora na parte mais baixa do bairro, ela foi uma das moradoras que perdeu praticamente tudo o que conseguiu adquirir com muita luta em 30 anos de trabalho.

“Nunca passei durante esse tempo morando aqui nessa casa o que passei agora nesses 4 dias atrás; você enfrentar a vida e ver o que eu ganhei durante todo tempo empregando as economias no meu barraquinho para ter onde ficar e de repente vem essa destruição;  eu não tenho força para nada mais”, desabafou emocionada.

A casa que fica às margens de um pequeno córrego no bairro foi invadida pelas águas que destruiu a cama com colchão, geladeira, fogão entre outros objetos da moradora.

Marla Cristina é agente de saúde e também moradora do bairro, ela contou que as necessidades dos moradores são muito parecidas.

“É uma situação de perda dos materiais de casa, dos utensílios, praticamente tudo por que a nossa casa é nossa referência; e a água tomou conta e acabou com tudo; triste essa situação; é claro que muita gente já se mobilizou, ajudou já doaram muitas coisas, mas ainda assim todos estão tentando se recompondo da tragédia; eu que moro há muito tempo na comunidade nunca tinha visto nada igual assim dessa proporção, a gente sempre ouve boatos que o rio encheu, mas não assim de chegar com esse volume até as casas”, relatou.

O seu Antônio França também mora no bairro; ele cuidava de uma horta no quintal e contabiliza os prejuízos que teve com a perca de cem por cento da produção.

“Perdi cerca de 1700 pés de alface, um prejuízo de R$ 5 mil, já estava no ponto para vender; a água veio muito alta dentro da casa, eu estava aqui quando começou a chover; eu achei que não ia subir porque a minha casa nunca tinha sido atingida pelas águas, mas de repente vi que a geladeira e o sofá já estavam boiando”, contou.

O morador conta agora com apoio de familiares e pretende se mudar assim que possível para outro bairro onde os riscos segundo ele são menores.




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